terça-feira, 28 de dezembro de 2010

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

DOIS REIS MAGROS E UM ENFEZADINHO!

Desejo a todos um excelente e santo natal!
Haja comida na mesa sem ter que roer os ossos,
Saude para disfrutar de um bom vinho
E uma prenda no sapatinho.
Se não houver caroço que se virem todos os bolsos,
Pois há-de dar para encher a malvada,
Nesta bela consoada!

PS: Quem conseguir ler esta mensagem, tem um computador e portanto, faz parte dos 1% mais ricos da população mundial.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

EU TENHO UM PAÍS QUE...

O meu pai indicou-me um site fantástico chamada http://www.pordata.pt/ e que recomendo que vejam com alguma atenção. Após entrar e perder algum tempo a analisar a panóplia de informação que o mesmo fornece, comecei a adquirir uma visão mais global da problemática que vivemos hoje. Se juntarem a isso o tema do jantar que tive ontem, torna-se evidente a razão pela qual hoje escrevo esta entrada.
Assim, decidi dar-vos a minha versão do "Eu tenho um país que..." que julgo que todos conhecem mas que nunca vi aplicada nesta perspectiva, mas sim numa óptica mais virada para o sector privado. É que apesar de eu achar que os políticos que temos são reflexo do povo que somos, também vos confesso que estou farto de ver bater sempre nos mesmos, num tom de crítica fácil e gratuito, como se o nosso estado fosse uma cambada de chulos e ninguém andasse lá a fazer nada. Acontece meus senhores que o país somos nós, o grande somatório das partes. Permitam-me que vos diga que a rapaziada "zé povinho", também não se anda a portar propriamente bem. Ora vamos lá então!


Eu tenho um país onde o desemprego aumenta consecutivamente há dez anos, mas mais preocupante, onde o maior aumento se verifica na faixa etária dos 25 a 54 anos.

No entanto, se pensarmos que cerca de metade é desemprego geográfico ou de curto prazo, temos 2,5% da população no verdadeiro desemprego. Se considerarmos os moinantes que não querem trabalhar e os que se montam em trabalhinhos por fora, limitando-se a ser um encargo para o estado, iludindo a máquina fiscal mas usufruindo de todos os benefícios que a república lhes dá... o número começa a parecer bem menos preocupante.
Eu tenho um país onde há cada vez mais cidadãos dependentes do estado que tanto contestam, apesar, diga-se, de algum esforço feito nos últimos seis anos para tornar isso menos verdade.


E onde os ricos cada vez estão mais ricos e os pobres cada vez estão mais pobres. Deve ser uma questão de produtividade. Mas o que não vão fazer é tentar convencer-me que este aumento salarial se deve aos cargos políticos, até porque estamos a falar de quase metade dos camelos que compõem este país.


Eu tenho um país que nos últimos 50 anos tem aumentado brutalmente a sua capacidade de gerar riqueza.



Infelizmente, aumentando a sua dívida mais do que proporcionalmente. E para pagar o quê? Com certeza que não será só para pagar submarinos. Gostava de ter os dados do investimento público neste anos para verificar essa correlação. Infelizmente, não tenho.


Eu tenho um país que gasta seis vezes mais em saúde hoje do que há quarenta anos e que tem essa mesma saúde, no seu sentido mais lato do termo, à disposição de todos, sem excepção.

Eu tenho um país que tem cada vez mais médicos, enfermeiros, dentistas e farmacêuticos ao serviço da sua população.

Eu tenho um país onde só temos 300 casos de SIDA diagnosticados.

Eu tenho um país que em 50 anos, reduziu os casos de tuberculose em 85%.

Eu tenho um país onde todos os anos, a esperança de vida do seu povo aumenta!

Eu tenho um país que gasta cada vez mais dinheiro na educação das suas crianças.

Eu tenho um país onde a educação chega a quase todos e a cada vez mais gente...

E onde cada vez mais alunos querem continuar a aprender...

Eu tenho um país onde as pessoas ganham cada vez mais. No entanto e proporcionalmente, eu tenho um país onde as pessoas poupam cada vez menos.

Eu tenho um país onde cada vez mais pessoas têm computador, máquina de lavar louça, aspirador ou.... televisão por cabo.

Eu tenho um país que fornece água potável a 95% da sua população e que fornece sistema de esgotos e tratamento da mesma em mais de 80% do seu território.

Eu tenho um país que gasta cada vez mais em Investigação e Desenvolvimento...

E onde cada vez mais pessoas têm acesso à informação e ao conhecimento.
Eu tenho um país que chega a ter 330 dias por ano... sem chuva!No entanto, também tenho um país que se diz católico, com cada vez menos casamentos católicos.

No entanto, também tenho um país com cada vez menos lares e com cada vez mais divórcios.

No entanto, também tenho um país onde as pessoas gastam três vezes mais em bebidas alcoólicas, tabaco e narcóticos... do que em educação. No entanto, eu também tenho um país onde as pessoas gastam mais em vestuário e calçado... do que em saúde!

Por último, eu também tenho um país de críticos e de insatisfeitos, de gente que se diz séria e competente, de gente aparentemente dedicada e vertical. No entanto, tenho um país que tem cada vez mais arguidos em processos-crime e um país com cada vez mais condenados.


A pergunta que vos faço é só esta:
Será que os verdadeiros problemas deste país estão na sua governação, ou será essa a consequência do nosso verdadeiro problema?
Acho que já está na hora de nos deixarmos de choradeiras e começarmos a agir em prol da nossa nação. Temos rapidamente que largar a filosofia do "salve-se quem puder", para começarmos a construir a arca! Apesar do que se pensa, as ferramentas estão todas disponíveis. Haja quem tenha vontade...

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Incompreensível...



















Notícia da Lusa:

Euro/Crise: Moody's junta-se a Standard & Poor's e colocou sob vigilância bancos portugueses
10 de Dezembro de 2010, 12:15




Lisboa, 10 dez (Lusa) - A agência de notação financeira Moody's anunciou hoje a decisão de colocar sob vigilância os bancos portugueses, seguindo a mesma posição da Standard & Poor's, divulgou a EFE.
Em comunicado, a Moody's refere que está a estudar baixar a notação de cerca de uma dezena de entidades portuguesas devido à "sua grande dependência do Banco Central Europeu, enquanto o mercado internacional permanece fechado" aos bancos portugueses.
A agência explica que entre os motivos para colocar sob vigilância as principais instituições financeiras está a adoção de "medidas de austeridade por parte do Governo e o seu impacto na qualidade dos ativos bancários".



Palavras para quê...
Ps: A foto é minha... achei que poderia fazer sentido.